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Passaram meses desde a última edição da William. E entretanto, parece que se passaram vidas, desde a última vez que William saiu das minhas mãos.
Estamos a viver um momento que vai ficar na história.  Os dias são cheios de incerteza, cheios de sentimentos estranhos, cheios de fúria, empatia, desespero, cheios de esperança e confusão. Mas ainda assim, vivemos. 
Esta edição tem estado em rascunho desde Novembro de 2018, porque o tempo é muito pouco e porque foi muito difícil escolher apenas quatro mulheres. Mas, em breve, estaremos em Maio e não vejo as mulheres da minha vida há demasiado tempo. Apesar de saber que elas estão sempre comigo, que estão sempre presentes. Toda a gente tem as suas mulheres, estas são apenas quarto, a representar as minhas.
Parte 01.
Lição #01 | Força







Frida Kahlo
 
A Frida foi das minhas primeiras lições. Assim que descobri o meu fascínio pela arte, pela forma como os outros vêem o mundo, encontrei a Frida. Aquilo que ela me fez sentir permanece nos dias de hoje, talvez ainda com mais força e mais importância. Por perceber melhor os seus desafios da doença, de ser mulher num mundo de homens, de ser mulher num mundo que não a (lhe) serve, o significado da sua vida. Procurar força em lugares escuros, procurar o que nos traz de volta. 
Parte 02.
Lição #02 | Coming of age story






Florence Welch

 
Temos em comum o mesmo ano. Crescemos juntas desde Rabbit Heart, a primeira música que ouvi dela. Tudo o que faz podia ser um banda sonora da minha vida, porque esteve sempre presente, e cada uma delas me reportam a momentos específicos e a pessoas importantes.  Uma representação da passagem do tempo. Aprender o que somos. 

 
Parte 03.
Lição #03 | F*ck it







Cate Blanchett
 
Uma das minhas actrizes favoritas, uma das minhas fotografias favoritas. A reinvenção da pele, nós somos o que quisermos  ser e não aquilo que fizemos ou aquilo que os outros pensam. Uma lição importante e uma lição difícil de aprender. Todos os dias um bocadinho. Todos os dias um desafio. Num mundo rodeado de pre(con)ceitos, a coragem de assumir o que somos. Sem. Desculpas. 
Parte 04.
Lição #04 | Resiliência


Joan Didion

O Ano do Pensamento Mágico, mudou a minha vida. E vem-nos à memória uma frase batida. Talvez. Mas não esqueço aquela narrativa. Aqueles dias descritos com uma precisão que me deixam desarmada.  Uma vida cheia de encontros, cheia de surrealismos, tão exuberante, e tão normal. 
Adoro a forma como pensa, as suas histórias, as forma como se apodera delas, a forma que exala da sua fragilidade. A forma como expôs a sua forma de ser e lutou por ela, mesmo quando foi internada {White Album}. A complexidade numa pessoa, todos as perspectivas e todas as verdades - as que quisermos.
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William · . · . . · Portugal

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