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Este mês falamos sobre o medo do desconhecido, sobre a diferença, sobre a intolerância, sobre a forma como vemos o mundo e os outros.

Beauty is in the eye of the beholder.
Parte 01.
Bihor Couture

Bihor, Roménia. A região ficou conhecida por uma campanha publicitária que chamou a atenção para o facto de a Dior estar a usar os casacos tradicionais romenos nas passarelles, omitindo a origem da inspiração. 
A campanha está a ajudar os artesãos a vender os casacos originais e a promover a cultura da região, usando como modelos a população local. 
 
Bihor Couture
Parte 02.
The Lonely City
Olivia Laing

Para os que são fascinados por Nova Iorque dos anos de Eduard Hopper, do universo da Factory e de Andy Warhol. Para os que achavam que sabiam algo sobre o assunto. Para quem leu Just Kids e queria continuar a saber mais sobre aqueles dias em que as pessoas que percorriam as ruas de cidade faziam história no mundo da arte, na sociedade e na cultura moderna. 
Não há muito que se possa dizer sobre the Lonely City, a sensação não pode ser completamente descrita.
Um passeio poético e, às vezes frio, sobre as vidas de pessoas que fizeram do que apenas viver, de pessoas extraordinárias que viveram com a dificuldade de nunca conseguirem encontrar o seu lugar. Sobre a solidão, sobre a beleza, sobre_viver. Para os que estão sozinhos.
 
Parte 03.
Nike e Colin Kaepernick 
 
Uma das melhores campanhas da marca, uma de entre as mais polémicas. Uma prova de que ainda é preciso percorrer um longo caminho e que não somos assim tão civilizados, evoluídos, educados, bondosos. 
A boa notícia, é que nunca estivemos tão perto de mudar as coisas. 
Parte 04.
Orgulho e preconceito.
Jane Austin em livro e em filme.
 
Não podíamos deixar de fora o romance de Jane Austin que dá o nome a esta edição. 

Extremamente actual, explora temas como a educação, a cultura, a moral e o casamento na sociedade aristocrática do início do século XIX, na Inglaterra. Sobretudo do ponto de vista da mulher e das suas supostas obrigações. A heroína, Elisabeth Bennet continua-nos a perguntar o porquê de as vidas serem predeterminadas, consoante géneros, classes, idades. E questão é, a maior parte de nós tem medo de seguir pelo desconhecido ou nem sequer pensam que haverá outros caminhos?
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William · . · . . · Portugal

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