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EDITORIAL
O CINFU, em 2019, manter-se-á fiel à tradição de levar a cabo programas de educação e formação de adultos, disponibilizando a este público, entre outras respostas, cursos qualificantes, como são os Cursos EFA e os Cursos de Especialização Tecnológica.
Paralelemente, e dentro também da lógica da aprendizagem ao longo da vida, coloca à disposição de pessoas adultas, através do seu Centro Qualifica, os dispositivos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências na vertente escolar e/ou na vertente profissional (especificamente, na área da metalurgia e da metalomecânica).
Entendemos que, nos dias de hoje (em que os níveis de escolaridade e qualificação profissional se encontram abaixo do desejável e o decréscimo demográfico é um problema incontornável), esta direção que visa a valorização da pessoa adulta não é uma escolha, mas antes um mandato que se impõe à sociedade em geral e, em particular, a todas as entidades que, de forma mais ou menos direta, se encontram na equação da oferta-procura de trabalho.
Mas se estes programas de educação e formação de adultos têm nas necessidades do mercado de trabalho uma referência inalienável, é também verdade que vão, e bem, para além delas.
As medidas qualificantes que o Centro oferece ao público adulto, se visam responder às necessidades de mão-de-obra das empresas do setor de fundição, procuram também garantir uma formação plena dos indivíduos, onde as áreas técnicas e as humanas e sociais se conjugam.
E através desta fórmula não estamos a querer responder, separadamente, às necessidades de uns (empresas) e às necessidades de outros (formandos, potenciais trabalhadores). Estamos a responder conscientemente a um desígnio único, pois, se o trabalho é um eixo estruturante da sociedade, a qualificação concebida apenas em função do trabalho nem às necessidades presentes do mercado satisfaz.
Até março!
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